terça-feira, 4 de março de 2014

Análise semântico-pragmática do documentário "Falcão: meninos do tráfico", por Adaiana, Eliane e Mariene


ANÁLISE SEMÂNTICO-PRAGMÁTICA DE EXPRESSÕES UTILIZADAS NO DOCUMENTÁRIO FALCÃO: MENINOS DO TRÁFICO E DA LETRA DA MÚSICA “O BAGULHO É DOIDO”, DE MV BILL
Por Eliane, Adaiana e Mariene [Letras/UNEB]

 

Este trabalho se constitui como uma análise semântico-pragmática de expressões peculiares utilizadas no contexto apresentado pelo documentário Falcão: meninos do tráfico e pela letra da música O bagulho é doido de MV Bill.

Falcão: meninos do tráfico é um documentário brasileiro, resultado de uma parceria entre o rapper MV Bill e o empresário Celso Athayde, o qual retrata  a vida de adolescentes de “favelas”  situadas em diferentes regiões do país, os quais  estão a serviço do crime e das drogas.

Traz em seu contexto as histórias de jovens e crianças que tiveram suas vidas entregues à criminalidade, porém numa perspectiva diferente daquelas normalmente mostradas pela mídia, na qual eles são sempre considerados como bandidos, sem apresentar os vários problemas que estão por trás de toda essa realidade e que na maioria das vezes só se ouve e se vê as versões narradas e analisadas por aqueles que nunca vivenciaram tal situação de caos.

A música O bagulho é doido abre o documentário, pois sua letra descreve o mesmo contexto relatado: pobreza, violência, criminalidade, discriminação social, estrutura familiar degradada, falta de políticas públicas, entre outros problemas. Dentro deste contexto é possível analisar o uso de algumas expressões. Vale salientar que as palavras sofrem no decorrer do tempo várias transformações que muitas vezes alteram seus significados semânticos.

Essas mudanças se dão no decorrer do tempo e acabam por romper uma esfera semântica anterior e assumir assim novos valores, sendo alteradas na extensão do significado, no enobrecimento ou enfraquecimento deste, e muitos são os motivos que favorecem essa perpétua transformação, como a criação de neologismos, as próprias figuras de linguagens, fatores polissêmicos entre outros, dentro deste processo de significação são inseridos também fatores relevantes como a própria entonação, expressão facial e os gestos.

Tais afirmações são ratificadas na fala de Pagliaro citado por BECHARA ( 2009, p. 397): “Também as palavras são uma espécie de conchas, às quais temos de encostar o ouvido com humilde atenção, se quisermos apreender a voz que delas ressoa”.

Diante disso, é possível afirmar que há uma necessidade de articulação entre a semântica e a pragmática, uma vez que ambas estão atreladas, sobretudo quando se pretende entender significados e sentidos expressos nas sentenças com base em um determinado contexto e assim favorecer a compreensão de possíveis ambiguidades, expressões figuradas e valores que muitas vezes se apresentam de forma implícita em algumas situações, bem como a própria intenção do falante no dado momento de sua fala.        

De acordo com Cançado (2012.p.17-18)

 

Assumimos, mais especificamente, que o semanticista busca descrever o conhecimento semântico que o falante tem de sua língua [...] A semântica não pode ser estuda somente como a interpretação de um sistema abstrato, mas também tem que ser estudada como um sistema que interage com outros sistemas no processo da comunicação e expressão dos pensamentos humanos.

 

Pode-se perceber que, para Cançado (2012) a semântica precisa dar conta de fenômenos além dos estudos pela semântica formal. Por isso, para ela, é necessário que se pense na interação de diversos sistemas.

A referida autora aponta, ainda, que o significado pode ser: semântico, aquele contido nas palavras e nas sentenças, o que diz respeito ao chamado sentido literal; representacional, aquele ancorado em nossas representações mentais; pragmático, aquele fundado especialmente nos elementos contextuais.

Em contrapartida, a pragmática é o estudo da linguagem e da forma que ela está sendo utilizada no texto, assim sendo, é o porquê de sua utilização. Ela geralmente está implícita na oração dependendo então, de um conhecimento de mundo para que seja possível o seu entendimento.

A investigação do significado abrange várias possibilidades, entre elas a relação existente entre as expressões linguísticas e o mundo. As expressões linguísticas sempre fazem referência a algo, por isso, de acordo com Muller, Negrão e Foltran (2003) a referência feita a situações da língua sugere que os significados estejam ligados ao mundo. Entretanto, a semântica tem seu conceito frequentemente confundido com a pragmática, que é, na verdade, o sentido daquela significação.

A fronteira entre semântica e pragmática é normalmente traçada a partir da noção de contexto. A significação que independe de contexto é colocada no campo da semântica, e a significação contextualmente dependente é colocada no campo da pragmática (MOURA, 2006, p. 66).

 

Entende-se então, que a pragmática é o estudo da linguagem e da forma como ela está sendo utilizada no texto, ou seja, o porquê de sua utilização. Ela geralmente está implícita na oração dependendo de um conhecimento de mundo para que seja possível a sua compreensão. Portanto nem todo elemento contextual pode ser considerado pragmático, é preciso uma definição delimitada para que isso ocorra.

O estudo pragmático da atividade literária focaliza os traços que caracterizam o aspecto dialético da produção literária: o texto como um processo de expressão em palavras (wording) originado e guiado pelo autor, mas simultaneamente orientado e ativado pelo leitor. O leitor é limitado pelas restrições do texto; mas este também fornece os graus necessários de liberdade pela qual o leitor pode colaborar com o autor para construir o universo textual apropriado, consoante com as condições contextuais mais amplas que marcam o mundo e o tempo em que vive o leitor (MEY, 2001, p.197).

 

A pragmática envolve uma série de deduções que são adquiridas a partir de crenças pertencentes aos interlocutores, que delimitam o contexto da interpretação. Analisa os uso da linguagem e a prática linguística, estuda condições que permeiam essa prática e pode ser denominada como a ciência do uso linguístico. Seu estudo visa explicar a linguagem e não a língua e procura então definir o que vem a ser linguagem para que a análise possa determinar uma definição dos conceitos de comunicação e sociedade.

A pragmática tem como objetivo, além de explicar a linguagem que está sendo utilizada, não descartar nenhum conteúdo que não seja convencional. Portanto, vai a favor de todos os usuários da linguagem para discutir e descrever a representação linguística que se deve analisar e tem para pesquisas, uma ampla variedade de temas.

E é nesta interface que se apresenta um campo fértil para uma análise semântico-pragmática das expressões: falcão, arrego, o bagulho é doido,  x-9 (xisnovou), e fiel, pois estas foram bastante utilizadas no contexto do documentário e da música.

 

UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO FALCÃO

 

Como se descreve semanticamente a expressão falcão,  aparentemente, não é o mesmo do conhecimento comum: uma ave de rapina. Entretanto, uma consulta a alguns dicionários pode esclarecer se já existe outra significação, mesmo que pouco conhecida, próxima do que é proposto pelo documentário para esta lexia. O Michaelis ( 2009 b) – Moderno Dicionário da Língua Portuguesa descreve falcão como

1 Nome vulgar de várias espécies de aves de rapina da família dos     Falconídeos. Eram adestrados outrora para a caça. Voz: crocitar, piar, pipiar. 2 Mil Peça leve de artilharia, usada do século XV ao XVII. 3 Heráld Móvel de armaria que representa um falcão sobre o poleiro.

O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa também não foge destas definições: “1 Rubrica: ornitologia. design. comum a várias aves falconiformes da fam. dos acipitrídeos, pandionídeos e falconídeos, consideradas como aves de rapina 2 Rubrica: armamento. tipo antigo de boca-de-fogo, de cano longo e pequeno calibre” ( 2009a).

Em relação à pragmática a expressão falcão  não se trata de um pássaro, mas de um ser humano, jovem e do sexo masculino,  que vigia e toma conta da favela, aquele que tá no tráfico noturno, que não dorme. Outro fator de relevância é o fato de os falcões serem sempre meninos (jovens). Existe também uma analogia à força do animal falcão, o qual tem o poder de planar sobre os outros, um animal que tudo pode ver e é detentor de grande agilidade. Analisada por esta descrição, a lexia falcão pode até levar alguém a almejar tal “cargo”, por transmitir uma sensação de superioridade.

Portanto, para atender às necessidades daqueles que se inserem em ambas as colocações, mostra-se necessário o emprego de vocábulos mais acessíveis (comuns) e, consequentemente, para a expansão vocabular, o uso de gírias e a aplicação de metáforas e analogias, como é o caso do emprego da lexia falcão.

Como diz Cançado (2012, p.26) ‘‘As metáforas são entendidas, geralmente, como uma comparação que envolve identificação e transferência dessas semelhanças de um conceito para outro’’. Dentro dessa análise, portanto, a  metáfora está nas bases da cognição e  toda comunicação passa por algum tipo de processo metafórico seja pela assimilação ‘‘ de novos conceitos ’’ a ‘‘velhas metáforas’’.

 

UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO ARREGO

 

No documentário, observou-se a utilização da palavra “arrego”, como é denominado dentro do tráfico que equivale ao  dinheiro pago à polícia como suborno , que também é mal remunerada pelo Estado , ao invés de exercer sua real função, aceita o “arrego’’ do ponto de vista pragmático. Desse modo, se caracteriza como uma gíria,  que é um linguajar informal.

Borba (1971, p. 77) define gíria como: “linguagem técnica usada pelos indivíduos quando postos em circunstâncias especiais. Essas podem ser o grupo social ou profissional a que pertence o falante ou as diversas situações da vida cotidiana”.

A gíria, mesmo tratada por alguns estudiosos como forma peculiar da língua, utilizada, preferencialmente, por jovens e marginais, é elemento fundamental para atender as necessidades de um grupo da sociedade que tenham interesses afins. Assim, esclarece Cabello (1996, p. 195) que “a gíria só é compreendida pelos iniciados no grupo e serve como instrumento de identidade e de defesa social do grupo que a utiliza”.

Há também outra versão sobre o uso semântico da expressão arrego:

O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa expressa desistência, impossibilidade de continuar suportando uma situação (por medo, irritação, impaciência ou constatação da derrota).

 

UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO O BAGULHO É DOIDO

 

 A expressão ‘‘ O bagulho é doido’’ é utilizado no documentário com sentido metáforico, fazendo uma relação no campo da pragmática para expressar a realidade da vida na favela. Assim, tem-se a percepção de jovens moradores da favela, dando-se uma ideia carregada do sentimento de uma pessoa, representando uma juventude triste, agressiva, revoltada, arrependida, marginalizada, feliz, apaixonada pela vida, onde ele (sujeito) é produto do meio.

 Pode-se ver que ela aponta, ainda, a tessitura de vozes que por vezes revelam harmonicamente. Por outro lado o dicionário informal define semanticamente a expressão ‘‘O bagulho é doido’’ como: uma situação agitada, ritmo frenético; sinômimos: agitação, tumulto, relacionados a bagunça, situação. Verifica-se que tal expressão utilizada para se referir a uma situação ou ação difícil de se passar ou executar.


UTILIZAÇÃO DAS EXPRESSÕES X-9(XIS NOVE) E XISNOVOU

 

Semanticamente a explicação mais lógica para expressão X-9 é que esta faz referência a um agente secreto das histórias em quadrinhos, infiltrado entre gangues, com a finalidade de colher informações para uma agência secreta. X-9 seria uma maneira de manter o verdadeiro nome do agente em sigilo, ou seja, de manter a sua identidade secreta, como mostra o relato abaixo:

A origem mais provável deve estar relacionada a um antigo personagem de história em quadrinhos, criado nos Estados Unidos. Surgiu, em 1934, como publicação em tira de jornal, mantendo-se até o final do século passado. Inicialmente, sem nome, conhecido apenas como Secret Agent X-9, cumpria o papel simultâneo de detetive particular e de agente secreto que trabalhava para uma agência que também não tinha nome. Depois de 1940, recebeu o nome de “Phil Corrigan”, e sua agência era nada mais e nada menos que o FBI. Na sua atividade, infiltrava-se entre os contraventores para descobrir o seu "modus operandi". X, geralmente, é  a representação de incógnita em operação matemática, de algo desconhecido, o X do problema. As aventuras do agente X-9 também foram publicadas no Brasil, a partir da década de 1940 até a década de 1970.[1]

 

No Brasil, há também outra versão sobre o uso semântico de tal expressão:

Coincidência ou não, o massacre no presídio de Carandiru, em 2 de outubro de 1992, começou com uma rebelião justamente no pavilhão 9, o que culminou com a invasão do local, por parte da Polícia Militar de São Paulo, e a morte de cento e onze detentos. Lá estavam, com certeza, muitos delatores. No entanto, nada justifica o cruel massacre.[2]

 

Do ponto de vista pragmático, ou seja, no uso popular representado no documentário e na música, X-9 é empregada com valor, ora de adjetivo (fulano é um X-9), ora como substantivo (o X-9 vai se dar mal), sendo usada para expressar que alguém é delator, “ dedo-duro” ou informante.

Neste tipo de aplicabilidade, tal expressão se configura como uma gíria, linguagem peculiar da comunicação verbal e oral que caracteriza um determinado grupo:

A comunicação oral é algo que marca grupos de pessoas. Todos eles – sociais e profissionais –têm uma característica inerente à forma de linguagem. Funkeiros, futebolistas, sambistas e policiais são alguns exemplos que utilizam gírias próprias que definem bem um conjunto. Muitas delas, com origens no popular, ultrapassam as barreiras sociais e passam a ser utilizadas pelas multidões, aderindo, em certos casos, até ao dicionário. (RANGEL; VIEIRA, 2011, p.30)

 

O contexto sociocultural, em análise, demonstra que é comum a utilização de expressões próprias do mundo do crime, devido a sua rapidez, dinamicidade e muitas vezes por ser tida como um código comum e secreto entre seus utilizadores.


No documentário, observou-se a utilização da palavra “xisnovou”, que se trata de uma forma verbal como o mesmo sentido da expressão X-9 e desta derivada, ou seja, se refere àquele que pratica a ação de delatar, de entregar alguém ou uma informação sobre este alguém à polícia.

Xisnovar, desse modo, se caracteriza como um neologismo, que é a criação/ utilização de uma palavra nova, inesperada, por associação a outra existente, como salienta Cabré (1993: 444): “o neologismo pode-se definir como uma unidade léxica de formação recente, uma acepção nova de um termo já existente ou um termo emprestado há pouco de um sistema linguístico estrangeiro”.

Diante disso, pode ser dizer que da semântica à pragmática das expressões X-9 e xisnovou, se for considerada a primeira versão apresentada, percebe-se a total relação existente, pois houve uma referência direta das ações e da função do personagem da história em quadrinhos Secret Agente X-9, com os possíveis comportamentos daqueles que servem como informantes nas comunidades. E a segunda versão também é bastante convincente e se relaciona bem com o uso pragmático, uma vez que traz um contexto popular de delação, vingança e morte.

 

 

UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO FIEL

 

Ao analisar o termo fiel sobre o ponto de vista tanto da semântica quanto da pragmática, em que se observa o significado e o sentido da palavra dentro de um contexto, é possível afirmar que nos dois casos se referem a um indivíduo que demonstra lealdade a alguém.

E tomando como base a expressão em seu real significado segundo o descrito no dicionário Houaiss (2009) fiel é: “aquele que demonstra dedicação, zelo, que não contraria a confiança depositada, leal, devotado”.

 Conforme o supracitado trata-se de um sujeito que guarda fidelidade, que cumpre aquilo que se obriga, infalível, constante, firme, incapaz de trair aquele que lhe depositou confiança.

Vale ainda ressaltar o uso da palavra fiel dentro de um contexto cristão, sendo aqui também apresentado com base no dicionário já citado; “é aquele que segue os princípios e professa determinada religião, que se mostra constante perseverante”. Ou seja, faz referência a uma pessoa que guarda valores e doutrinas de sua religião prestando lealdade ao seu Senhor.

Diante disso é possível fazer uma relação quanto ao uso do termo no documentário, ao analisá-lo agora sob o ponto de vista da pragmática. A expressão aparece na fala de um garoto quando ele é questionado se ele é fiel e o que significa o termo. E ele responde da seguinte forma:

 

Sou fiel. O cara que eu ando ele fala que eu sou fiel dele, por causa de que tudo que ele faz e me pede pra eu fazer ele confia ne mim, um monte de coisa. Tipo que ele tá com fuzil né, quando não dá pra ele guardar só eu sei onde é que tá e eu vou lá e pego...(FALCAO: MENINOS DO TRÁFICO, 2006)

 

É possível observar que o termo é utilizado em forma de gíria, e assim como na semântica faz referência também a um indivíduo que se considera fiel por ser um sujeito merecedor de total confiança e como nas colocações acima realça de certa forma um papel positivo no que se refere a lealdade e devoção.

Dadas as colocações, pode-se afirmar que os estudos semânticos e pragmáticos, no contexto do documentário se revelam como um    vasto campo de análise e compreensão dos fenômenos linguísticos em diferentes situações de uso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS

 

ATHAYDE, C., & BILL, M.V. Falcão: Meninos do tráfico. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.

 

BAGULHO In: Dicionárioinformal:Disponível em:http://www.dicionarioinformal.com.br/bagulho%20doido/Acesso em: 03 dezembro , 2013


 

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática da Língua Portuguesa. 37 ed.. São Paulo: Nova Fronteira, 2009.

 

Bill, M. V. (2006). Falcão: o bagulho é doido [Cd]. Manaus: BMG. Digital, estéreo.

 

BORBA, F. S. Pequeno vocabulário de linguística moderna. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1971.

 

CABELLO, A. R. G. Processo de formação da gíria brasileira. São Paulo.

Universidade Estadual de São Paulo, 1996.

 

CABRÉ, Maria Teresa (1993) La terminologia. Teoria, metodologia, aplicaciones. Barcelona, Antártida/Empúries.

 

 

CANÇADO, Márcia. Manual de Semântica: noções  básicas e exercícios. São Paulo: Contexto,2012.

 

FALCÃO In: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Objetiva; São Paulo: Universo Online, 2009a. Disponível em: . Acesso em: 03 dezembro,2013

FIEl In:  Michaelis – Moderno Dicionário da Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Melhoramentos; Universo Online, 2009b. Disponível em: . Acesso em: 03 dezembro, 2013.

 

MEY, Jacob L. As vozes da sociedade. Seminários de pragmática. Título original e inglês: Voices of society: literacy, consciosness and power: Jacob L. Mey, 2000. Tradução de Ana Cristina de Aguiar, recisão de tradução Viviane Veras - Campinas-SP: Mercado de Letras, 2001. – (Coleção Ideias sobre Linguagem).

 

MOURA, Heronides Maurílio de Melo. Significação e Contexto: uma introdução a questões de semântica e pragmática. 3ª ed. – Editora Insular. Florianópolis, 2006.

 

MULLER, Ana Lúcia; NEGRÃO, Esmeralda Vailati e FOLTRAN, Maria José (orgs.). Semântica Formal. Editora Contexto. São Paulo, 2003.

 

RANGEL, Aline & VIEIRA, Vitor. O idioma prático e inconfundível das gírias. São Paulo: Eclética, 2011.

X-9 : Disponível em: http://www1.prefpoa.com.br/pwcidadao/default.php?reg=140&p_secao=158 acesso em: 01/12/2013)

 



 

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